Bem Vindos!

* . * . *. * . *. * . *. * . *. *. * . *. * . *. * . *. *. * . *. * . *. * . Bem Vindos ao TRABAIO! * . * . * . * . * . * . *. *. *. * . *. * . *. * . *. *. * . *. *

Obrigado por vir ao nosso blog. Aqui queremos trazer informações, notícias e atualidades para quem busca
oportunidades de trabalho. Importante verificar os textos postados que poderão ter informações interessantes.


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domingo, 25 de julho de 2010

Lo e Lg - Conceitos Fundamentais para o Sucesso Empresarial

Você já deve ter percebido que quando o mês se encerra todas as pessoas nas empresas ficam ansiosas esperando os relatórios  da contabilidade para ver o lucro obtido, não?
Não deve lhe causar espanto o fato que com certa freqüência, após a divulgação números,  frases como “só isso “ sejam pronunciadas! Soa estranho, principalmente,  quando  as vendas são  as mesmas meses seguidos e  há  a expectativa de resultados melhores.
Um amigo, passando por um momento delicado de prestação de contas, uma vez me perguntou: “Você que  gosta de matemática, estatística  e de trabalhar com índices, não conhece uma fórmula para melhorar os cálculos dos lucros?".
Antes de responder pedi-lhe que me explicasse como era o processo de planejamento econômico e financeiro da empresa, estabelecimento de metas, comprometimento com estas e acompanhamento.
Objetivamente me contou  que a empresa havia trocado seus profissionais mais experientes, envolvidos no processo de planejamento empresarial, por profissionais com menor bagagem profissional e salários mais “accessíveis”, com isso os planos que eram preparados no início do ano praticamente eram uma repetição do que havia sido estabelecido no ano anterior e a comparação era superficial e praticamente ninguém olhava.
A primeira colocação a ser feita é de que a empresa trocou planejadores por planilhadores, profissionais  sem  a qualificação necessária, que poderão dar uma boa contribuição em outros assuntos, mas não em aspectos   estratégicos.
Colocar profissionais  despreparados para tratar de questões complexas  é como colocar fogo em lenha verde, produzirão muita fumaça e pouco fogo.
A segunda colocação é quanto à forma de avaliação do  lucro. A empresa está tratando de  lucro  obtido ( Lo) e não de lucro gerado ( Lg). Parece a mesma coisa não?
Sim, mas é substancialmente diferente.
Quando tratamos do lucro obtido, o fazemos depois que todos os eventos se encerram e usamos a Fórmula Lo=R–I–C-D.
Notem que é uma seqüência de subtrações, onde Lucro é resultado da Receita obtida (R ) deduzidos os impostos (I), os custos ( C) e as despesas ( D).
O lucro gerado tem  outra constituição, Lg =P+C+A. Para os supersticiosos um destaque,  a primeira formulação segue aspectos negativos,  dedutivos, a segunda aspectos positivos,  adição.
Nesta condição  o lucro é gerado, produzido pelo direcionamento e não pelas  conseqüências, muitas vezes do fator sorte.
Analisando a cada componente  observamos que o lucro gerado ( Lg )  é resultado do planejamento e estabelecimento de metas (P), adicionado do comprometimento (C ) e das atitudes (A).
A mudança a ser feita não é no seu cálculo, mas na forma de sua geração, na nossa cultura de planejamento e comprometimento com metas.
O nosso país é e  será a soma daquilo que fizermos como agentes econômicos e financeiros nas nossas empresas, portanto o mundo avaliando a lucro através de Lg e nós de Lo perderemos de goleada essa disputa no mundo globalizado.
O Brasil   como promessa e país do futuro  já teve maior acolhida, está na hora de nos  tornarmos  uma realidade.
Como executivo ouvi muitas provocações nas reuniões com representantes  de outras unidades que diziam que o Brasil é o país do futuro e sempre será. Darcy Ribeiro insistia que somos um  país jovem, a questão é até quando.
Tenho visto muitas empresas  sucateando   seu  o maior valor, a  experiência, sem se dar conta que esta  traz segurança, credibilidade e  continuidade.
Há uma infinidade de livros tratando de aspectos religiosos, místicos, espirituais, mas apenas um tem um sucesso estrondoso  e é o livro mais vendido no mundo, a Bíblia Sagrada, cujo valor social e espiritual é incontestável  e  a mim  deixa mais uma lição que é  a  constatação   básica, simples de seu sucesso: Experiência   que traz credibilidade.
Nós  cremos naquilo que eles viram e  fizeram e não simplesmente   no que ouviram dizer!
Para os que tiverem dúvidas, não sou religioso praticante, nem vendedor deste livro.

Ivan Postigo*
*Economista,  Bacharel em contabilidade, pós-graduado em controladoria pela USP

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Relação de Grupos para busca de Oportunidades de Trabalho no Yahoo (você deve cadastrar uma conta (free) no Yahoo e entrar nos grupos listados abaixo:


Div. geral de vagas" <oportunidadestreifaz@yahoogrupos.com.br>, "Div.
geral de vagas" <oportunidadestreifaz@yahoogrupos.com.br>, "Div. geral
de vagas" <profissionais@yahoogrupos.com.br>, "div. Tecnologia"
<tecnopar@yahoogrupos.com.br>, "div. Tecnologia"
<tecnopar@yahoogrupos.com.br>, "Div. Geral Vagas RJ"
<vagas_rj@yahoogrupos.com.br>, "Div. Geral Empregos RJ"
<empregos_rj@yahoogrupos.com.br>, "Div. geral de Vagas Rio"
<vagas_rio@yahoogrupos.com.br>, "Div. Petro"
<vagasdisponiveis@yahoogrupos.com.br>, "div eng minas pernanbuco"
<engenhariademinas-ufpe@yahoogrupos.com.br>, "div. eng minas"
<Estrutura_UFMG@yahoogrupos.com.br>, "div eng minas"
<APEMI@yahoogrupos.com.br>, "div eng minas"
<engenhariademinasufmg@yahoogrupos.com.br>, "div eng minas"
<engenhariademinasufmg@yahoogrupos.com.br>, "div eng minas"
<minas79@yahoogrupos.com.br>, "div eng minas"
<engenheirosdeminas2004@yahoogrupos.com.br>, "div eng minas"
<engenheirosdeminas2004@yahoogrupos.com.br>, "div eng minas"
<engenheirosdeminas2004@yahoogrupos.com.br>, "div eng minas"
<eng_minas@yahoogrupos.com.br>, "div eng minas"
<resenha_engenharia_de_minas@yahoogrupos.com.br>, "div eng minas"
<resenha_engenharia_de_minas@yahoogrupos.com.br>, "Div. Oportunidades
MG" <oportunidades_Minas_Gerais@yahoogrupos.com.br>, "Div. Rede
familia de Manutenção" <manutencao@yahoogrupos.com.br>, "Div. Geral RH
- LISTA" <rhlista@yahoogrupos.com.br>, "Div. Geral Empregos On Line"
<emprego_online@yahoogrupos.com.br>, "Div. Rio de Janeiro"
<rj_vagas@yahoogrupos.com.br>, "Div. Rio de Janeiro"
<vagas-rj@yahoogrupos.com.br>, "div inf" <Ceviu@yahoogrupos.com.br>,
"div inf" <trampolist@yahoogrupos.com.br>, "div inf"
<vagas@yahoogrupos.com.br>, "Div engenheiros em geral"
<Quimberlitos_Ba@yahoogrupos.com.br>, "div. Minas gerais"
<oportunidades_Minas_Gerais-subscribe@yahoogrupos.com.br>, "Div geral
Gepegas2003" <gepegas2003@yahoogrupos.com.br>, "Div Geologo2"
<assenag_bsb@yahoogrupos.com.br>, "div. Geologo1"
<geologia_etfba97@yahoogrupos.com.br>, "Div. Geologo"
<prof_geologo@yahoogrupos.com.br>, "Div. Geologo"
<revistadegeologia@yahoogrupos.com.br>, "div geologo"
<geologosprefeitura@yahoogrupos.com.br>, "div geologo"
<Geologia_Brasil@yahoogrupos.com.br>, "Div. Vagas Brasil e exterior"
<get_a_job@yahoogrupos.com.br>, "Div. Vagas para Engenharia"
<Vagas_para_Engenheiros@yahoogrupos.com.br>, "Div. Empregobr"
<empregobr@grupos.com.br>, "Div. Geral RHVAGAS e CV"
<rhvagascv@yahoogrupos.com.br>, "div. geral de cv"
<empregoCERTO@yahoogrupos.com.br>, "div. geral de cv"
<emprego_online@yahoogrupos.com.br>,  "Div. geral de cv"
<profissional_erp@yahoo.com.br>, "Div. geral de cv"
<click_trabalho@yahoogrupos.com.br>,  "Div. Geral de cv"
<leandro_r_s@yahoo.com.br>, "Div. Geral de cv"
<profissionaldofuturo@yahoogrupos.com.br>, "Div. geral de cv"
<fh2_vagas@yahoogrupos.com.br>, "Div. Geral de Cv"
<enfscam@yahoogrupos.com.br>, "Div. geral Clube Do Curriculo"
<clubedocurriculum@yahoogrupos.com.br>, "Div. Vagas curitiba"
<vagas_curitiba@yahoogrupos.com.br>, "Div. Geral Emprego Certo"
<empregoCERTO@yahoogrupos.com.br>, "div. Brasil de Vagas Brasil"
<qivc@qivc.com.br>

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Idéias de Marketing e Vendas

“Marketing é importante demais para ser deixado para o departamento de marketing” – David Packard

Os clientes/consumidores estão mais informados e exigem um atendimento qualificado e diferenciado, além de buscarem produtos e serviços de boa qualidade e preço justo. O vende – dor está em extinção e pouco a pouco vai dando lugar para o profissional de vendas – aquele que sabe vender consultivamente ouve de forma atenta, faz perguntas inteligentes pra detectar ou despertar necessidades e faz pós-venda (acompanhamento).
Todos os dias surgem novos produtos, novos serviços e dentro do seu ramo de atividade, “nascem” novos concorrentes e a “disputa” fica ainda mais acirrada. O que fazer para prospectar, encantar e manter clientes? Pois bem, falaremos sobre algumas técnicas e idéias que poderão ser aplicadas por todas as pessoas, leigas ou habilitadas. Claro, se seus desafios são mais específicos, solicite auxílio profissional.
Existem muitas definições para Marketing, até mesmo por sua vasta aplicabilidade e subjetividade, todavia, segundo a Associação Americana de Marketing, pode-se dizer que é o desempenho das atividades de negócios que dirigem o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor/usuário.

“Marketing é o conjunto de atividades humanas que tem por objetivo facilitar e consumar relações de troca” – Philip Kotler.

Dicas de Marketing & Vendas:

Marketing Direto

Hoje é muito comum o uso de e-mails com fins profissionais, não é verdade? O Marketing Direto também compreende telefonemas, envio de cartões postais e telegramas. Dica: Já que nos tempos atuais somos bombardeados “eletronicamente” quase todos os dias (spam), faça diferente e surpreenda ao usar o sistema dos correios. A impressão é sempre mais agradável, pois gera curiosidade e expectativa.

Marketing Social & Ecológico

Pessoas inteligentes assim como você já perceberam que grandes organizações investem bastante em projetos e ações, colaborando com o meio ambiente e a sociedade. Tramontina e Azaléia costumam investir no Criança Esperança, a Caixa é uma das maiores incentivadoras do esporte brasileiro e de outras causas nobres. O Bradesco investiu pesado em propaganda a fim de mostrar o trabalho que faz para preservar o planeta. Dica: Apóie projetos, ONGs, ações, etc. Mas mantenha o foco; fazer o bem sem olhar aquém.

Marketing Pessoal

Saiba vender o seu peixe e exponha tudo o que você tem para oferecer e sabe fazer bem feito. Mas tome cuidado, pois a linha entre um excelente marketing pessoal e a arrogância é muito tênue. Dica: Promova-se, pois se você não fizer isso, outros farão.

Marketing de Relacionamento

Não desenvolva relacionamentos apenas profissionais, pois é pouco inteligente achar que dará resultados ligar ou visitar sempre que você tiver interesse em lucrar. É imprescindível criar um vinculo de respeito e confiança e aqui se inclui o campo pessoal. Dica: Um dos segredos da persuasão é: antes de fazer o cliente, faça um amigo.

Networking

Pesquisas recentes mostram que aproximadamente 68% das oportunidades de negócios tornam-se reais devido ao networking. Para ter excelentes contatos profissionais, além do bom relacionamento, é necessário estar sempre em evidência, pois quem não é visto não é lembrado. Dica: Participar de happy-hours, feiras, jantares, encontros, parcerias e promoções, além de indicar empresas e profissionais.

“Marketing. Aquela coisa que os empresários inventaram e os políticos descobriram” – Eugênio Mohallem


Desbrave boas parcerias

Parcerias, assim como a propaganda boca a boca, além de ter um custo baixo ou inexistente, trás resultados rápidos e interessantes. Dica: Geralmente estas parcerias são ganha-ganha e funcionam no sistema de indicação (com ou sem comissão) ou permutas.

Co-Marketing

A idéia é reunir numa mesma promoção duas ou mais marcas que tenham objetivos em comum. Este conceito beneficia os clientes e torna o investimento com ações promocionais muito mais barato. Dica: Pode ser com folders, outdoors e jornais.
Esteja por dentro do mercado (e da concorrência também)
Conheça o mercado a fim de saber quais produtos e serviços terão mais procura e aceitação. Dica: Também avalie os seus concorrentes diretos e as “possíveis ameaças”, mas não os veja como inimigos e sim como uma espécie de termômetro que lhe auxiliará a avaliar a sua competência e lhe motivará em busca da excelência.

Produtos e serviços diferenciados – Excelência constante

É colocando-se no lugar de cliente/ consumidor que você poderá detectar as restrições dos seus serviços e pontos limitantes. Outra ação interessante é o feedback. Dica: Consulte os fieis clientes e descubra quais as necessidades que eles têm e a sua empresa ainda não oferece.

Dê um show de atendimento

O ato de vender envolve pelo menos duas pessoas (partes) e o atendimento é elemento fundamental, uma vez que seja satisfatório, pode inclusive fazer o preço tornar-se secundário. Clientes encantados e fies são geralmente menos sensíveis a preço que novos clientes. Dica: Lembre-se sempre de que é melhor fazer um cliente do que duas vendas!

O Pós-Venda

Um dentista liga para o paciente após dois dias para saber se a dor desapareceu. O pediatra manda entregar um ursinho de pelúcia para a menina de 05 anos que esteve doente. Dica: Consulte o seu cliente após o fechamento da negociação e veja a sua satisfação, pergunte o que achou do atendimento, se há duvidas sobre as funcionalidades do produto ou utilidades do serviço… Ele quer segurança e garantia. Esteja por perto!

Meu apelo é: Não pare no tempo e não seja um dinossauro moderno. Crie e renove, pois ser igual a todos é ser comum e você é original, não nasceu uma cópia! Faça acontecer…

Rudson Borges - Site: www.ogerente.com.br

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O TEXTO DA DISCÓRDIA

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: “ninguém é insubstituível” . A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim.
- E Beethoven?
- Como? – encara o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?

Silêncio. O funcionário fala, então:
- Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico? etc…
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus “erros/deficiências”.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico…
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Fonte: http://vocesa.abril.com.br/blog/rodolfo/
As pessoas que trabalham em qualquer empresa têm suas tarefas, suas obrigações. Para isso elas costumam planejar suas atividades – seja de forma consciente (com agendas e horários específicos) ou inconsciente (tendo uma vaga idéia do que vai fazer na semana ou no dia).
Confesso que estou mais para o segundo caso do que para o primeiro. Isso sempre funcionou relativamente bem para mim, especialmente porque tenho boa memória. Mas a maioria das pessoas rende mais quando tem rotinas específicas ou horários determinados.
Seja qual for o caso, qualquer interrupção naquilo que havíamos previsto pode causar um desarranjo de todo o seu planejamento. E se suas atividades estiverem interligadas com as de outras pessoas da empresa, o resultado será um temível efeito cascata de prazos perdidos, compromissos adiados, resultados congelados.
Se os imprevistos têm uma influência tão negativa assim, por que alguns líderes insistem em criá-los, em vez de evitá-los?
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Certa vez tive um chefe que cultivava um inexplicável fetiche por poder e controle. Como estava sempre ausente, exigia máxima atenção quando presente. Dava ordens num momento e queria vê-las executadas no instante seguinte – antes que tivesse chance de revogá-la e determinar algo completamente diferente.
Tais ordens, ademais, representavam parte de um plano-mestre indecifrável e incompreensível para todos nós. Peças de um quebra-cabeças que só ele conhecia a figura original – se é que conhecia mesmo. Mas independente do objetivo de cada ação, aquilo nos tirava do rumo que havíamos planejado e desviava o foco do nosso trabalho.
Para piorar, na maioria das vezes eram atividades inócuas, sem nenhum sentido aparente e cujo resultado marginal não chegava nem perto dos prejuízos que causava. Eram realizadas simplesmente em função dos caprichos de um forasteiro, dos humores de um presidente-turista que pensa que a América do Sul é um país.
Num desses casos, precisamos interromper um grande esforço que havíamos começado (lançar um novo produto), para fazer uma trabalhosa alteração nas condições comerciais de outra linha há pouco introduzida.
Será que nosso líder considerou todos os aspectos e concluiu que a venda adicional resultante do desconto – se é que haveria – compensaria
:: a perda de margem?
:: adiar o faturamento proveniente da colocação de uma nova linha de produtos?
:: o estrago na marca imposto por um desconto dois meses após o seu lançamento?
:: a ruptura no ritmo de trabalho de todos os envolvidos em ambos os projetos?
Duvido que tenha. Porque se tivesse, veria que não valia a pena.
Por isso não basta você pensar no resultado daquilo que seus funcionários farão. Você também deve considerar aquilo que não farão – enquanto fazem o que você quer.
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Uma vez um amigo disse que queria comprar uma máquina fotográfica nova, para registrar as peripécias da filha recém-nascida. Como é um daqueles sujeitos metódicos e que sempre quer economizar os últimos centavos, pesquisou em dezenas de lojas – físicas apenas, porque ele é daqueles que não confia em compras pela Internet – comparou marcas, modelos, acessórios, variações, resolução, zoom (ótico e digital), duração da bateria, memória, cartões de expansão (e seus preços), garantias etc.
Quando finalmente elegeu um modelo, sete semanas depois (não estou exagerando!), veio contar vantagem da escolha – como de hábito – aumentando o excelente negócio que fizera. Então eu perguntei: e quanto custaram essas sete semanas de fotos que você não tirou – e não vai tirar, porque a criança cresceu?
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Costumamos prestar muita atenção nas relações entre custo e benefício daquilo que fazemos, mas dificilmente fazemos o mesmo cálculo para o que não fazemos. Não quero dizer com isso que devamos sair por aí tomando decisões instantâneas e escolhendo imediatamente. Mas em algumas situações mais simples, a decisão errada hoje é melhor do que a certa amanhã. Você é capaz de se lembrar de alguma situação em que não fazer nada foi pior do que fazer qualquer coisa?

Fonte: O Líder acidental  http://vocesa.abril.com.br/blog/rodolfo/

Um dia você aprende

Escrito por Shakespeare. Deleitem-se:
“Um dia você aprende e começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceita que, não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando, e você precisa perdoá-la por isso.
Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos de mudar de amigos, se compreendermos que os amigos mudam.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas que nós somos responsáveis por nós mesmos.
Descobre que não leva muito tempo para se tornar a pessoa que você quer ser, e que o tempo é curto.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.
Descobre que, algumas vezes, a pessoa que você espera que te chute, quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isto não lhe dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer, não significa que esse alguém não o ame com todas as forças,
Aprende que, com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você junte os seus cacos.

E você aprende que realmente pode suportar...que realmente é forte, e que pode ir mais longe depois de pensar que não pode mais.

E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!”

Profissionais estão se demitindo do chefe e não da empresa


É preciso gostar do chefe para 'vestir camisa da empresa'

Empregados são fieis quando têm bom relacionamento na empresa.

Na maior parte dos casos de demissão, as pessoas estão se demitindo do chefe e não da empresa

O salário e a promoção não aparecem nas pesquisas como fator determinante para demonstrar o grau de satisfação dos funcionários

O principal fator que faz o funcionário vestir a camisa da empresa é ter um bom relacionamento com o chefe e com a equipe, afirmam especialistas. Já o salário, ao contrário do que muitos podem pensar, influencia pouco na fidelidade do profissional ao empregador.
Com o aquecimento da economia e o aumento da oferta de emprego, esses profissionais que não estão satisfeitos com a empresa tendem a não pensar duas vezes em mudar de emprego quando são chamados para uma vaga, afirma Lilian Kozlowski Wizenberg, consultora da Right Management, empresa de consultoria organizacional.
Estudo feito pela Right Management revela que, no geral, o nível de fidelidade dos funcionários com as empresas está em crise. De acordo com a pesquisa, apenas 34% dos funcionários de organizações com mais de 50 empregados afirmam estar totalmente comprometidos, enquanto que 50% se dizem completamente sem comprometimento. O estudo avaliou aproximadamente 30 mil funcionários em 15 países.

Gostar do chefe

De acordo com especialistas ouvidos pelo G1, a relação do funcionário com o chefe é um dos principais fatores que prendem o profissional ao local de trabalho. “Na maior parte dos casos de demissão, as pessoas estão se demitindo do chefe e não da empresa”, disse Ruy Shiozawa, executivo da Great Place to Work Brasil, instituto que realiza pesquisas sobre as melhores empresas para se trabalhar.
Shiozawa afirma que a maioria dos profissionais que classifica as empresas como sendo um excelente lugar para trabalhar se baseia na relação de confiança que tem com o superior imediato.

Para o executivo, outros dois fatores colaboram para o grau de comprometimento do funcionário com a corporação: a relação que o empregado tem com o que faz, como gostar e ter orgulho do trabalho, e a relação com o restante da equipe, que precisa ser amigável.

“A gente se compromete com ideias, estados de emoção. A empresa é uma coisa fria. O funcionário se compromete com as ideias que os líderes passam para ele, ele se compromete com a forma que essas pessoas conduzem a empresa”, avalia o consultor de recursos humanos Armando Pastore Mendes Ribeiro.
Ribeiro acrescenta que as pessoas se comprometem também com elas mesmas e com o que gostam de fazer e, por isso, tendem a permanecer na empresa que proporcionar esse prazer a elas.O executivo complementa que, apesar de a remuneração ser importante, ela não é vista como fator crucial para uma pessoa ficar ou não em uma empresa, tanto que existem pessoas que saem de um lugar para ganhar menos em outro em busca de maior satisfação pessoal e profissional.

O estudo da Right Management revela que as práticas dos chefes que mais estimulam o comprometimento dos subordinados são reconhecer e valorizar o trabalho dos funcionários, ter capacidade de implantar novas ideias e obter sucesso. Os funcionários também desejam que a estratégia da organização seja comunicada a todos, de forma que os empregados possam ajudar no sucesso da empresa.

Outros fatores
Para a consultora Lilian, outros motivos que fazem um funcionário ficar insatisfeito como a empresa são não gostar do que faz, não se identificar com a cultura e idéias da empresa, falta de transparência na comunicação da instituição e falta de perspectivas de carreira dentro da companhia.

Desânimo
Se ter um chefe transparente, que reconhece o trabalho dos funcionários, é visto como fator crucial para os empregados vestirem a camisa da empresa, atitudes opostas a essas colaboram para espalhar o desânimo entre os colegas. “Às vezes os objetivos das empresas não estão claros. Está escrito no mural a visão e a missão da empresa, mas as pessoas não sentem aquilo na prática”, afirma Lilian.

O consultor de recursos humanos Armando Pastore Mendes Ribeiro afirma que é o chefe quem tem que descobrir como estimular o comprometimento dos funcionários. “Um ambiente hostil, de controle, cobrança e sufocamento faz as pessoas perderem o comprometimento”. É por isso, segundo ele, que há pessoas que são super engajadas em sociedades e entidades fora da empresa, como na igreja e associações de bairro, e não demonstram tais ações no trabalho.

(Gabriela Gasparin Do G1) - Fonte: Blog itseniorexecutive.blogspot.com, de Silvio Calazans.